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Falta da prefeita de São Sebastião o vice e vereadores é nitidamente notada por parte dos sebastianenses nos atos contra a paralização dos campos da Petrobrás

Foto: Reprodução - Internet
São Sebastião do Passé que embora tem a principal base administrativa da Petrobras aqui na Bahia, não teve na comissão que foi até o Rio de Janeiro nenhum político representando os sebastianenses.


Apenas os prefeitos de Entre Rios, Manoelito Argolo; de Esplanada, José Naldinho dos Santos, de Cardeal da Silva, Branco Sales e de Catu, Pequeno Sales, o presidente da Câmara de Vereadores de Entre Rios, Filipe Tadeu Badaró, o vereador, Everaldo Almeida, além do vereador de Cardeal da Silva, Vaninho, Esses se disponibilizaram e foram as pressas junto com o coordenador geral, Jairo Batista e o diretor de comunicação do Sindipetro, Radiovaldo Costa, ao Rio de Janeiro, nesta última terça-feira (13), para tentar abrir um canal de diálogo com a ANP.

Entenda um pouco mais sobre oque está acontecendo; 

Foto: Arquivo - Prefeitura de São Sebastião do Passé (Comércio -Centro do Município).
A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) notificou oficialmente a Petrobrás, nesta segunda-feira (12), dando um prazo de 72 horas para que a estatal paralise todas as suas atividades em seus campos de petróleo e gás na Bahia.

A decisão foi tomada após auditoria realizada nas áreas de produção de petróleo e gás da Petrobrás, no estado, em campos que vão de Bálsamo a Taquipe e que fazem parte do Polo Bahia Terra. Na auditoria, que teve início na segunda-feira (05), os técnicos da ANP encontraram problemas e irregularidades, recomendando a paralisação total desses campos até que a Petrobrás regularize todos os problemas.

Diretores do Sindipetro-BA, que estão acompanhando a questão, afirmam que a decisão da ANP foi contestada por técnicos da Petrobrás, que chegaram a propor prazos para corrigir os problemas, que de fato existem. Mas a ANP não aceitou, enviando a notificação para a Petrobrás, indicando a parada total dos campos.

Com isso, o Sindipetro-Ba chama a atenção que será paralisado um negócio de 20 mil barris de petróleo por dia e de R$ 4 bilhões de faturamento bruto por ano, impactando diretamente o orçamento de sete municípios (Esplanada, Cardeal da Silva, Entre Rios, Alagoinhas, Catu, São Sebastião do Passé e Araças), que vão deixar de receber o pagamento de royalties e ISS, que é feito pela Petrobrás. Além disso, a paralisação das atividades vai gerar cerca de 4.500 demissões, que terão de ser feitas pelas diversas empresas que prestam serviços à Petrobrás nessas áreas.

Além dos impactos indiretos no comércio e cadeia produtiva (hotéis, postos de gasolina, transportes, restaurantes, etc) e na economia, em especial desses municípios, o que afeta consequentemente a economia baiana.


Campos podem ficar parados por seis meses


Para o diretor de comunicação do Sindipetro, Radiovaldo Costa, ”esta é uma decisão absurda e desnecessária”. Ele sustenta que o problema poderia ser resolvido de outra forma e acusa a ANP de intransigência e falta de sensibilidade social com a economia, com a população e com os trabalhadores”.

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“Essa parada pode significar uma paralisação total dos campos por cerca de seis meses enquanto as adequações serão feitas, então é um negócio completamente descabido”, reclama Radiovaldo.

O Sindipetro desconfia que há segundas intenções nessa medida radical tomada pela ANP, como mais uma tentativa de retirada total da Petrobrás da distribuição terrestre de petróleo e gás na Bahia. A entidade sindical lembra que a ANP já demostrou, em vários momentos, que não tem interesse que a Petrobrás continue nessa atividade e isso significa a privatização total dos campos da estatal, que já está em curso no estado e será finalizada, caso a atual gestão da Petrobrás consiga vender o Polo Bahia Terra.

Para Radiovaldo, esta paralisação total das atividades fragiliza qualquer possibilidade de permanência da Petrobrás na Bahia. “Somos contra, queremos a correção dos problemas e ainda investimentos, aumento da produção e geração de mais emprego para que a Petrobrás contribua com o fortalecimento da economia baiana. Defendemos que a Petrobrás volte a crescer na produção de petróleo no estado a partir do Polo Bahia Terra, comprando novos campos, com atividade exploratória e perfuração de novos poços de petróleo e gás.


 Com algumas informações do Sindpetro - Redação do Portal Sebastianense

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